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Ok.
Vamos ser diretos. O grupo alagoano
Santo Samba situa-se no espaço reservados
a poucos com talento para produzir
uma música pop e ao mesmo tempo de
alta qualidade. Encaixados no mesmo
patamar das bandas da nova música
alagoana (Wado, Mopho, Sonic Júnior
e Xique e Baratinho), o Santo Samba
tem lugar garantido sob o sol do sucesso
e das críticas musicais bem sucedidas.
As originais composições de
Adriano Siri, os arranjos elaborados
e de fácil assimilação, o vasto leque
de influências musicais de seus integrantes
e as performances instigantes sobre
o palco tornam o Santo Samba um dos
mais originais grupos da música brasileira.
O nome nasce da homenagem ao
nosso bom e velho samba, mas a sonoridade
resguarda elementos de pop-rock com
boas doses de ritmos groovados da
música tupiniquim.
A história começa em 1999 com
Wado e Fernando Rizzotto. Juntos embarcam
para São Paulo e sob a tutela do produtor
Beto Machado gravam um ep com 3 faixas.
O pop radiofônico das canções desperta
a curiosidade sobre o duo de Maceió,
mas Wado resolve pular fora para montar
sua carreira solo (em 2001 Wado lançou
essas músicas em seu primeiro disco
solo pela Dubas Music).
Fernando Rizzotto não desiste
da banda e a reformula com Adriano
Siri (violão, teclados e vocais),
Eduardo Bahia (guitarra), Charles
Almeida (percussão) e Alessandro Aru
(baixo), recém saído do Mopho.
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